Filosofia e Psicologia de um Trader:

O mercado nada mais é do que um veículo para se ganhar e perder dinheiro. Alguns traders pensam que só porque eles estão comprados ou vendidos em um lote de umas 1000 ações, isso irá mudar o curso dos eventos que estão para se desenvolver. Assuma a responsabilidade por suas próprias ações. Um indivíduo que procura sempre pôr a culpa nos outros nunca crescerá. Pense na possibilidade de manter um diário. Anote as coisas que você faz quando realiza boas transações e também as que quando o resultado deixa a desejar. Estude as razões dos seus sucessos e fracassos. Desenvolva as suas próprias filosofias de negociação em bolsa. Faça com que as suas boas idéias se transformem em hábitos. Elimine os maus hábitos das suas transações. Analise os seus maus hábitos sempre que estiver se saindo bem. Isso o ajudará a evitar escorregões. Analise os seus bons hábitos quando estiver se saindo mal. Isso o ajudará a voltar às formas de atuação vencedoras mais rapidamente. Perder faz parte do ato de negociar. Você tem que aceitar isso. Se você perceber que está em baixa, não perca tempo se preocupando em como você chegou lá. Não perpetue a situação. Quanto mais você o fizer, mais tempo estará preso nisso. Você tem escolhas. Faça as mudanças que o beneficiarão e não aquelas que atuarão em seu próprio detrimento. O importante é agir! Escute e observe o que está acontecendo ao seu redor. Use essa informação para ajudá-lo a tomar as suas decisões e aprenda o máximo possível com os erros alheios e também com os seus acertos. Encontre alguém que esteja obtendo os resultados que você quer e procure aprender tudo o que puder com essa pessoa. Essa abordagem irá ser muito mais eficiente do que tentar reinventar a roda. Mas, ainda que seja importante aprender o máximo possível de todas as fontes disponíveis, é também fundamental pensar independentemente. Lembre-se de que é o seu dinheiro que você está arriscando, e a abordagem que pode ser adequada para uns pode ser totalmente imprópria para outros. Seja disciplinado, paciente e seletivo. Haverá incontáveis oportunidades de ganhar dinheiro no curso do dia. Às vezes, o mais difícil de fazer é sentar-se em frente a tela e não fazer nada. Espere até que você possa reconhecer a oportunidade existente. Você tem que saber identificar a razão pela qual está executando uma operação. Lembre-se de que você só ganha dinheiro quando um outro investidor ou trader, que preferiria ser o que está ganhando dinheiro, de fato estiver perdendo. Tenha sempre em mente que, ainda que existam todas as razões corretas que indiquem que você deva entrar em uma transação, isso não garante que você irá ganhar dinheiro. Fazer uma operação não é uma ciência exata e não há fórmulas infalíveis. Há dias em que buscar lucro rápido é o melhor, enquanto há outros dias em que é melhor deixar a lucratividade correr. Mas colocar um limite às suas perdas funciona bem em qualquer dia. Com um trader, você deve entender o produto, os agentes e o mercado. Você também precisa entender os produtos e mercados correlatos. Mas, acima de tudo, você deve se conhecer e entender as suas ações. Você tem de tomar as suas próprias decisões e não ser induzido por terceiros. É a sua opinião que importa. É o seu dinheiro que você irá perder. Se você não tiver uma opinião ou não tiver certeza, então deve esperar. Surgirão outras oportunidades. Como trader, você deverá reconhecer quando estiver errado. Entretanto só o fato de você reconhecer os seus erros já é suficiente. Você também tem de admitir que está agindo errado. Quando você reagir, já não estará mais errado, e você poderá tentar voltar aos trilhos. Se você não fizer nada, então só o que lhe resta é ter esperanças. Esse é um sinal claro de que você deveria ter agido. Todavia, quando uma operação ruim é feita, isso não quer dizer necessariamente que tudo está perdido. Você poderá aprender com os seus erros. Além do mais, como um trader esperto, você também pode aprender com os erros dos outros. Ignorância, ganância, medo e esperança podem ser os seus piores inimigos. Você precisa olhar o cenário global. Quando você tiver o que deseja, pegue e corra. Não espere que o mercado pegue de volta o dinheiro. É muito fácil você se deixa levar pelo seu sucesso. Na qualidade de trader, você deve saber que ninguém ganha sempre. Mas, se você ganhar mais do que perder estará na frente. Talvez nenhuma filosofia de negociação em bolsa seja completa sem que se sugira que você compre barato e venda caro. Afinal, ninguém nunca ganhou dinheiro fazendo outra coisa. Mas você tem de estar ciente de que comprar no piso e vender no pico é fato raro. Se você mudou de opinião, mesmo ganhando ou perdendo, então nunca é cedo demais para agir. Lembre-se da primeira vez que você foi a uma aula de violão, futebol, tênis. Depois que lhe ensinaram a técnica, foi preciso treino e repetição para que você pudesse aplicá-lo. A bolsa como meio de vida é um grande desafio. Constantemente existem mudanças, mas, de muitas formas, são sempre as mesmas. Se você tiver sucesso com elas, você pode potencialmente ganhar mais dinheiro do que jamais sonhou. Entretanto, para que você seja um bom trader, tem que aprender a ser um bom perdedor. Uma grande parte deste jogo é perder. Todo mundo é capaz de fazer operações vencedoras, mas poucos são capazes de suportar uma operação perdedora. Ações que estão fortes ficam ainda mais fortes. É claro que comprar ações em baixa e vender ações que estão em alta irá funcionar algumas vezes, mas é mais fácil ganhar seguindo as tendências do que indo na contramão. Você tem de procurar ganhar o máximo possível quando tiver a oportunidade e perder o mínimo possível quando o cenário não for favorável. Não se case com uma posição. Perceba que a cada segundo de cada minuto de um dia de negociação na bolsa há uma outra oportunidade. Não há nenhuma razão que justifique insistir em permanecer em uma posição quando a ação que você apostou mudou de direção. Não deixe que um dia ou uma posição ruim arruínem uma semana, um mês ou até uns anos de trabalho duro. Bibliografia: - Especulador Eletrônico. Marc Friedfertig e George West. Ed. Makron Books.

Princípios básicos da economia para o investidor.

Quem faz aplicações financeiras precisa ficar de olho nos principais indicadores econômicos para saber quais os reflexos para o seu bolso. Conheça alguns deles.


PRODUÇÃO INDUSTRIAL


Quando ela aumenta de um mês para o outro, pode-se entender duas coisas:


1) o consumo cresceu e as empresas decidiram produzir;
2) as empresas estão projetando que no futuro as pessoas vão consumir mais e já anteciparam a produção.

As demissões ficam contidas e os salários poderão aumentar. Isso pode refletir em um aumento da Selic, a taxa básica de juros, pois a inflação pode aumentar. Os rendimentos em renda fixa, com base na taxa básica de juros, tornam-se uma boa aplicação.

EMPREGO E DESEMPREGO
Indica a soma de quantas pessoas estão empregadas e quantas buscam ocupação, ou seja, não estão empregadas, mas querem ter um emprego. Se muitos empregos estão sendo gerados, a economia e as empresas estão saudáveis. E, se a economia vai bem, a bolsa de valores também vai bem.


BALANÇA COMERCIAL


Contabiliza as importações e exportações de produtos e serviços. Se o saldo da balança comercial tem superávit - vendas maiores do que compras -, a bolsa de valores reflete esse resultado positivamente. Isso porque muitas empresas listadas na bolsa são exportadoras. Outro aspecto positivo é que as vendas feitas em dólares trazem mais moeda estrangeira para o país e, com isso, o real fica mais valorizado. Nesse caso, os investimentos indexados em dólar e os fundos cambiais podem render menos, já que a cotação do dólar está em baixa.


RENDA
É o salário que as pessoas recebem. Com uma renda maior, as pessoas tendem a consumir mais. Logo, investir em papéis do setor varejista, por exemplo, pode ser uma ótima opção, afinal você poderá receber mais dividendos.


COPOM
É o Comitê do Política Monetária, sua principal atribuição é definir a taxa básica de juro, a Selic, que hoje está em 10,75% ao ano. A Selic é o índice utilizado para definir os juros de todas as operações de crédito no sistema financeiro do país. Quando o Copom decide subir a Selic, as aplicações em renda fixa e em DI são favorecidas. Elas seguem como parâmetro o juro básico da economia. Quando o Copom reduz a Selic, esses investimentos rendem menos.


VENDAS NO VAREJO
Índice que mede as vendas no varejo. Para quem investe diretamente em papéis de empresas do setor varejista, como o Grupo Pão de Açúcar ou as Lojas Americanas, observar esse dado é importante para saber se os dividendos, parte do lucro da companhia que é destinada aos acionistas, aumentarão ou não. Outro ponto a avaliar com esse índice é a inflação. Se as vendas crescem, isso mostra que as pessoas têm mais dinheiro para consumir. Logo o Copom pode entender que a inflação crescerá e assim aumentará o juro básico. Nesse caso, investimentos que têm como base a taxa Selic, renda fixa e DI , são uma boa opção de investimento.


INFLAÇÃO
É a perda do poder de compra. O cálculo da inflação é feito pelo IBGE e o índice usado no mercado financeiro é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A elevação da taxa de juros é o recurso que o Copom usa para conter um aumento da inflação. Se você tem investimentos que estão atrelados à taxa básica de juros, como os Certificados de Depósito Bancários (CDBs), por exemplo, prepare o bolso para ganhar mais, caso a inflação esteja em alta.


DÓLAR
Moeda norteamericana usada mundialmente nas transações comerciais. A cotação do dólar influencia no preço das ações. Um exemplo são as companhias aéreas que abastecem seus aviões com combustíveis que têm o preço atrelado à moeda americana. Em 2008, o dólar teve uma valorização de 31% em relação à moeda brasileira. A companhia aérea TAM registrou um prejuízo de 1,2 bilhão de dólares porque precisou desembolsar mais dinheiro para pagar o combustível. A TAMM4, ação preferencial da empresa, chegou a ser cotada na bolsa de valores em 23 reais naquele ano. No ano anterior, ela valia 60 reais.

Fonte: Você S/A
Crises

Joseph Kitchen

Foi um homem de negócios inglês e estabeleceu alguns critérios para as crises.
Um Ciclo de Kitchin dura geralmente de 42 a 54 meses, podendo ser mais curto ou mais longo dependendo da natureza da Política fiscal e monetária da nação.
Durante esse período, passamos de uma recessão para o pico de expansão empresarial e então, naturalmente, recomeçamos. 
Durante a vida do ciclo econômico, os títulos em ações e de mercadorias, segue fases, tais como:
  • Fase 1 - Primeira recessão. Inicia a alta no mercado de títulos. Taxas de Juros altas. Baixa no mercado de ações e de mercadorias.
  • Fase 2 -Aprofunda a recessão. Permanece a alta no mercado de títulos, mas é reduzida. Ações fazem fundo. Ainda temos baixa no mercado de mercadorias.
  • Fase 3 - Transição para expansão. Ações iniciam mercado de alta. Mercadorias iniciam um novo movimento de alta. Taxas de Juros na economia atingem seu piso mínimo.
  • Fase 4 - A expansão das empresas começa a amadurecer. Ações aceleram seu movimento de alta. Mercadorias começam a subir de preço.
  • Fase 5 A expansão nos negócios atinge o auge. Os títulos ainda estão em baixa. As cotações das ações fazem topo e iniciam mercado de baixa. Mercadorias permanecem em alta.
  • Fase 6 - Empresas iniciam processo de retração. Títulos no final da tendência de baixa. Ações ainda declinam e commodities fazem topo.


Fonte: wikipedia
Nos investimentos em ações não existem mágica. Não é um bicho de sete cabeças e também não é a fórmula mágica para se enriquecer. Que fique bem claro, já no início deste texto que, investimentos em ações são investimentos, não são jogos de apostas.

Existem diversas estratégias para investimentos em bolsa de valores, mas todas elas se baseando em análise gráfica/técnica e análise fundamentalista. Vamos citar aqui uma estratégia simples, mas eficaz, que utiliza análise técnica/gráfica com análise fundamentalista.

O Ponto Chave e o
Grande Problema no Início

O grande ponto chave do investimento é a combinação do montante investido com os juros da aplicação, ou seja, você pode ser o melhor investimento do mundo, se você não tiver dinheiro para investir, não conseguirá obter um bom rendimento.

Com isso, surge o grande problema de todo investidor no início de seus investimentos: O montante para aplicação. Aqui começa nossa estratégia para se tornar um investidor de sucesso, de maneira simples. Ao invés de esperar um grande acontecimento(uma venda de um bem, ou coisa parecida) para se ter um montante considerável para investir, comece a investir mensalmente. Ainda que o valor seja baixo( R$400,00 , R$500,00 ), você deve se disciplinar a todo mês depositar uma quantia para aumentar seu capital investido.

Teoria de Alavancamento de seu Investimento

Não sei se o termo alavancar seria o mais correto para se usar, porque alavancar é fazer dinheiro com capital de terceiros.. Um exemplo simples: empresas tomam dinheiro emprestado a juros baixos e conseguem rendimentos altos. Mas, na prática, acabará que você estará alavancando mesmo. Funciona mais ou menos assim:

Primeiramente você deverá focar em pouquíssimas empresas. Acompanhar o universo de uma empresa é extremamente complexo, imagine de várias empresas. Não é errado diversificar, mas seus resultados também serão menores.

Aprenda a analisar uma empresa, peneirando o mercado num todo, até que se encontre uma que te chame a atenção, observando seu balanço, observando seus últimos resultados, assim como fazia graham. Observe também seu nível de endividamento.

Um exemplo de Análise

Um exemplo? Supondo então que, após uma análise fundamentalista e um estudo minucioso sobre as empresas, você resolve investir no Banco do Brasil. Aqui temos uma análise rápida do banco do brasil: GuiaInvest.

Supondo que sua análise do Banco do Brasil foi feita, por ser uma empresa que está com ações a preço de banana(olhando pelo lado fundamentalista) e por ser uma empresa extremamente sólida(se o banco do brasil um dia tiver que fechar é porque estamos em pleno apocalipse rsrsrsrs). Além disso, nos últimos anos, os resultados do Banco do Brasil tem sido fantásticos.

Escolhida a empresa, o próximo passo e começar a acompanhar graficamente esta empresa, utilizando médias móveis exponenciais, retas de suporte e resistências e MACD. Não precisa de mais nada.

Resumindo esta Estratégia
A estratégia é bem simples.. Você selecionou a empresa que deseja investir, conforme o exemplo acima do Banco do Brasil, então agora a estratégia para alavancar é bem simples: O mercado, querendo ou não, terá altos e baixos, o tempo todo.. Sempre oscilando.. Não importa quão boa seja a empresa, sempre terá altos e baixos.. A estratégia é: primeiramente entenda o momento de mercado da empresa.. Estamos num momento favorável? Depois, graficamente, identifique a tendência atual da empresa. Se estiver em um canal de alta, observe o MACD e as médias móveis para identificar o melhor momento de compra.. Lembre-se: Lucra muito, quem compra bem!

Como estamos movimentando pouco dinheiro, a estratégia é: assim que estivermos no topo do MACD ou, a ponto de enfrentar uma forte resistência, venda. Simples assim. Sem segredos. Respeitando de perto o MACD e as linhas que definem a tendência. Cada operação deverá utilizar o tempo necessário para obter um bom lucro, mas sem forçar a barra. Estude sua empresa e obterá resultados do tipo 6, 7% em um mês.

Isso se chama foco! Você está focando uma empresa, que por sinal, você escolheu por ser uma empresa que vem dando certo nos últimos anos(segundo análise fundamentalista) e observando de perto suas notícias. Escolhido a empresa, você está focando seus resultados recentes e "surfando" na onda especulativa do mercado. Concordo em investir assim? Para ser sincero, não. Mas, no começo, enquanto seu capital é curto, pode ser uma boa estratégia, principalmente por não envolver imposto de renda e será ainda melhor, se você aliar esta estratégia à uma corretora que não esteja cobrando corretagem.
Como funciona a bolsa de valores?
"Vendo! Compro! Fechado!" Isso é o que mais se ouve numa bolsa de valores. À primeira vista, o circo financeiro parece indecifrável. Mas o mercado acionário não é tão complicado.

Tudo começa quando uma empresa decide lançar ações ao público. Isso se chama abrir o capital. Essa iniciativa atrai novos acionistas que injetam dinheiro na empresa. Em caso de lucro, bom para todos. Se houver prejuízo, as perdas também são divididas proporcionalmente. Mas para participar das apostas na bolsa, a companhia precisa primeiro credenciar-se em uma corretora de valores. Essas instituições estão por trás de todas as negociações, fazendo as transações para quem quer investir em ações e mantendo a bolsa financeiramente.

Hoje, essa negociação de compra e venda pode ser feita de duas maneiras: no pregão físico ou no eletrônico. O pregão físico é o tradicional, o da gritaria no saguão da bolsa. Mas esse sistema "viva-voz" vem perdendo espaço para o pregão eletrônico, que em 2004 foi responsável por 90% dos negócios da Bovespa - a bolsa paulista. "A tendência é que o pregão físico seja extinto. A formação de blocos econômicos dificulta os negócios em um só lugar. Prova disso é a Bovespa, que já teve quase mil operadores e hoje não chega a ter cem", diz o ex-operador José Budeu.

Outra grande vantagem do pregão eletrônico é a agilidade das negociações, que são feitas via internet. Um programa de computador em que as corretoras conversam entre si em tempo real é suficiente para fechar os negócios. A desvantagem é que, por enquanto, nem todas as operações de compra e venda podem ser feitas por esse sistema. O que garante, pelo menos por mais alguns anos, a manutenção da gritaria nos velhos saguões das bolsas.

UM LUGAR CHEIO DE AÇÃO Operadores dominam o pregão e podem ser acompanhados de perto pelos investidores

PIT STOP INFORMATIVO Com design futurista, as espaçonaves são terminais de consulta das informações do mercado acionário. Há duas delas, com três computadores cada, para auxiliar quem trabalha no pregão. Os equipamentos oferecem apenas dados sobre a Bovespa. Nada de outras bolsas, internet, e-mail...

NEGÓCIO FECHADO

Os postos são locais em que todas as operações de compra e venda são registradas. São balcões aonde os operadores levam seus boletos com as informações das transações. Lá, fiscais registram as operações, que rapidamente aparecem atualizadas nos terminais e no painel eletrônico.

AMIZADE COLORIDA

Os auxiliares de pregão são funcionários das corretoras que ajudam os operadores. Eles são identificados pelos jalecos laranjas e são pau pra toda obra: tanto podem dar uma mão no preenchimento dos boletos de compra e venda de ações, como levar um copo d'água para o operador.

POSTO DE COMANDO

O púlpito é o local onde o diretor do pregão dá as ordens de início e fim do horário de negociações na bolsa - às 10h e 16h45, respectivamente. O diretor do pregão é o chefão do local e durante o expediente só volta ao púlpito se alguma coisa nas operações diárias não estiver correndo bem.

ARQUIBANCADA EM ALTA

A redoma de vidro acima do pregão não poderia ter nome mais adequado: aquário. É um lugar com livre circulação de pessoas e de onde se tem uma visão privilegiada. Investidores, principalmente aposentados, observam o pregão e verificam a situação das ações em terminais ali instalados

NA LÍNGUA DO MERCADO

Pelo painel eletrônico dá para acompanhar o desempenho das ações. É fácil decifrá-lo:

ATIVO: Nome da empresa e o tipo de ação - um # indica que ela faz parte do Índice Bovespa (Ibovespa)

ÚLTIMO: Valor, em reais, das ações naquele momento

OSC: Oscilação da ação em pontos percentuais - se estiver em verde, está em alta; vermelho é sinal de queda

NEG: Número de negócios feitos no dia

PASTOR FINANCEIRO

Como um pastor, um operador da bolsa é um pregador. Um fala de Deus e o outro, de negócios, mas a gritaria é a mesma. O operador berra tanto porque é obrigado a dizer em voz alta o valor e a quantidade de ações que está negociando - ou seja, apregoa os valores, daí o nome pregão. Quando outro operador aceita a oferta é só gritar: "Negócio fechado!"

DO OUTRO LADO DA LINHA Com quem os operadores tanto falam ao telefone? Com o escritório da corretora para a qual eles trabalham. As corretoras recebem as ordens de compra ou venda de ações de seus clientes (os investidores) e as repassam para o operador no pregão.


Conheça as diferenças entre os indicadores de dividend yield e dividend payout


Para muitos investidores, principalmente aqueles de perfil mais conservador, a escolha do melhor investimento no mercado de ações passa pela análise da política de dividendos da empresa.

Além de ser um importante indicador de como a empresa se relaciona com seus acionistas, a distribuição de proventos em dinheiro, como dividendos ou juros sobre o capital próprio, pode impulsionar de forma significativa a rentabilidade do investimento em ações.

Para analisar e comparar as políticas de distribuição de diversas empresas, dois indicadores são bastante utilizados: o dividend payout, ou proporção de pagamento de dividendos, e o dividend yield, ou retorno de dividendos. Neste contexto, vale a pena explicar as diferenças entre eles.

Dividend payout
O dividend payout é um importante indicador da política de dividendos de uma empresa. Ele é calculado como a proporção dos lucros da empresa que são distribuídos na forma de proventos em dinheiro e, em geral, é determinado pela própria empresa, em seus estatutos.

Assim, uma empresa que aplica uma política de payout de 50%, irá distribuir aos seus acionistas metade dos lucros obtidos em um determinado período. Por exemplo, a Cemig, estatal mineira no segmento de energia elétrica adotou em 2004 uma política de payout de 50%. Isso significa que metade do lucro líquido da empresa será distribuída aos acionistas, com o restante sendo retido para diversos fins, principalmente o financiamento de novos investimentos.

Em geral, o dividend payout varia de acordo com o estágio de evolução e as oportunidades de investimento de cada companhia. Em geral, as empresas mais maduras e com menos necessidade de investimentos costumam distribuir uma parcela maior de seus lucros na forma de proventos. No mercado brasileiro, podemos citar como exemplos desse tipo de empresa a Telesp e a Souza Cruz. Já empresas em expansão tendem a pagar uma parcela menor, pois utilizam os recursos para suportar seus planos de investimento e expansão.

Dividend yield
Já o dividend yield não trabalha somente com os dados referentes a quanto foi distribuído em proventos, mas avalia o quanto isso representa em relação ao preço da ação. De certa forma, o conceito é similar ao utilizado no mercado de renda fixa, onde o montante pago em juros representa uma proporção do montante investido, ou seja, a taxa de juro.

No caso do dividend yield, ou retorno de dividendos, o indicador é calculado em duas etapas. Inicialmente, são acumulados todos os proventos pagos em um determinado período, sendo mais comum os últimos doze meses. Assim, se nos últimos doze meses a empresa pagou dividendos de R$ 1,00 por ação e juros sobre o capital próprio de R$ 1,50, o acumulado é de R$ 2,50 por ação.

A segunda etapa consiste em comparar o que este valor representa em relação ao valor da ação. Se o papel está sendo negociado a R$ 25,00, o retorno de dividendos é de 10%, ou seja, os R$ 2,50 pagos em proventos nos últimos doze meses divididos pelo valor da ação (R$ 25,00). Deste modo, pode ser avaliado o quanto, em termos relativos, a ação rendeu em proventos para seus acionistas.

Vale a pena analisar os dois indicadores
Assim, para escolher o melhor papel em termos de distribuição de proventos, vale a pena acompanhar os dois indicadores. Para ser beneficiado pelo payout, o investidor tem que analisar ações com uma previsão de lucro por ação elevado e também com uma proporção de distribuição atraente.

Já o dividend yield pode ser distorcido por diversos fatores, principalmente fortes valorizações ou quedas da ação. Imagine no exemplo anterior que os papéis da empresa que pagou R$ 2,50 em proventos não valham mais R$ 25,00, mas R$ 12,50. Isso indicaria um retorno de dividendos de 20%, porém causado não por uma maior distribuição de proventos, mas sim por uma queda na cotação da ação, o que certamente distorce a comparação!




Conheça as diferenças entre os indicadores de dividend yield e dividend payout


Para muitos investidores, principalmente aqueles de perfil mais conservador, a escolha do melhor investimento no mercado de ações passa pela análise da política de dividendos da empresa.

Além de ser um importante indicador de como a empresa se relaciona com seus acionistas, a distribuição de proventos em dinheiro, como dividendos ou juros sobre o capital próprio, pode impulsionar de forma significativa a rentabilidade do investimento em ações.

Para analisar e comparar as políticas de distribuição de diversas empresas, dois indicadores são bastante utilizados: o dividend payout, ou proporção de pagamento de dividendos, e o dividend yield, ou retorno de dividendos. Neste contexto, vale a pena explicar as diferenças entre eles.

Dividend payout
O dividend payout é um importante indicador da política de dividendos de uma empresa. Ele é calculado como a proporção dos lucros da empresa que são distribuídos na forma de proventos em dinheiro e, em geral, é determinado pela própria empresa, em seus estatutos.

Assim, uma empresa que aplica uma política de payout de 50%, irá distribuir aos seus acionistas metade dos lucros obtidos em um determinado período. Por exemplo, a Cemig, estatal mineira no segmento de energia elétrica adotou em 2004 uma política de payout de 50%. Isso significa que metade do lucro líquido da empresa será distribuída aos acionistas, com o restante sendo retido para diversos fins, principalmente o financiamento de novos investimentos.

Em geral, o dividend payout varia de acordo com o estágio de evolução e as oportunidades de investimento de cada companhia. Em geral, as empresas mais maduras e com menos necessidade de investimentos costumam distribuir uma parcela maior de seus lucros na forma de proventos. No mercado brasileiro, podemos citar como exemplos desse tipo de empresa a Telesp e a Souza Cruz. Já empresas em expansão tendem a pagar uma parcela menor, pois utilizam os recursos para suportar seus planos de investimento e expansão.

Dividend yield
Já o dividend yield não trabalha somente com os dados referentes a quanto foi distribuído em proventos, mas avalia o quanto isso representa em relação ao preço da ação. De certa forma, o conceito é similar ao utilizado no mercado de renda fixa, onde o montante pago em juros representa uma proporção do montante investido, ou seja, a taxa de juro.

No caso do dividend yield, ou retorno de dividendos, o indicador é calculado em duas etapas. Inicialmente, são acumulados todos os proventos pagos em um determinado período, sendo mais comum os últimos doze meses. Assim, se nos últimos doze meses a empresa pagou dividendos de R$ 1,00 por ação e juros sobre o capital próprio de R$ 1,50, o acumulado é de R$ 2,50 por ação.

A segunda etapa consiste em comparar o que este valor representa em relação ao valor da ação. Se o papel está sendo negociado a R$ 25,00, o retorno de dividendos é de 10%, ou seja, os R$ 2,50 pagos em proventos nos últimos doze meses divididos pelo valor da ação (R$ 25,00). Deste modo, pode ser avaliado o quanto, em termos relativos, a ação rendeu em proventos para seus acionistas.

Vale a pena analisar os dois indicadores
Assim, para escolher o melhor papel em termos de distribuição de proventos, vale a pena acompanhar os dois indicadores. Para ser beneficiado pelo payout, o investidor tem que analisar ações com uma previsão de lucro por ação elevado e também com uma proporção de distribuição atraente.

Já o dividend yield pode ser distorcido por diversos fatores, principalmente fortes valorizações ou quedas da ação. Imagine no exemplo anterior que os papéis da empresa que pagou R$ 2,50 em proventos não valham mais R$ 25,00, mas R$ 12,50. Isso indicaria um retorno de dividendos de 20%, porém causado não por uma maior distribuição de proventos, mas sim por uma queda na cotação da ação, o que certamente distorce a comparação!

Resumo do Livro:Pai Rico Pai Pobre.

RESUMO DE Pai Rico, Pai Pobre Conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre. O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre é seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras. Os dois acreditam na educação, mas com visões diferentes. Um dizia: "O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal" o outro "A falta de dinheiro é a raiz de todo o mal". Um dos pais recomendava "Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa" o outro falava "Estude arduamente para comprar uma empresa". Através dessas opiniões tão divergentes Robert teve a oportunidade de optar por qual dos pais iria dar ouvidos, sendo assim resolveu seguir os conselhos do pai rico. Robert e seu amigo Mike estudaram em uma escola pública onde todas as crianças dessa escola eram filhos de pessoas ricas. Foi então que Robert começou a indagar seu pai, como ele poderia ficar rico, seu pai não soube lhe explicar. No dia seguinte Robert propôs a seu amigo Mike uma sociedade para ambos ficarem ricos. Infelizmente seu primeiro negócio foi um fracasso. O pai de Robert reconheceu o esforço dos meninos, foi em tão que ele aconselhou à eles que fossem pedir conselhos sobre como ficar rico com o pai de Mike "Pai rico". Foi a partir desse momento que Robert e Mike começaram a trabalhar e estudar como o pai rico, que lhes ofereceu um emprego em uma de suas lojas. O pai rico mostra a importância de termos objetivos e persistência, e que devemos fazer com que o dinheiro trabalhe para nós ao invés de trabalharmos para o dinheiro. E não importa o quanto se ganha, mas sim o quanto se guarda. Para construir um grande império, um sonho, devemos planejar e construir em bases sólidas. Sem construirmos sem planejarmos, assim como muitas pessoas o fazem, esse império não vai durar muito tempo. Muitos se preocupam em ter, não em saber, para um dia ser uma pessoa rica. A diferença entre o Ativo e o Passivo é: • O Ativo coloca dinheiro no seu bolso, • O Passivo tira dinheiro do seu bolso. O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que está na sua mente. Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível, apenas resulte em um aumento de despesas. O que falta na educação não é saber como ganhar dinheiro, mas como gastá-lo, o que fazer com ele depois de tê-lo ganho. Os ricos compram ativos, os pobres só tem despesas e a classe média compra passivos, pensando que são ativos. Para o autor os vários reais que devemos adquirir são agrupados em várias categorias: Se tiver que trabalhar nos negócios, não é negócio; • Ações; • Títulos; • Fundos Mútuos; • Imóveis que geram renda; • Promissória; Compre ativos que goste, pois o que você gosta, você cuida. Nos Estados Unidos, os impostos que originalmente foram criados para que houvesse uma taxação sobre os mais ricos, com o passar do tempo começaram a incidir sobre a classe média e daí para baixo, penalizando assim quem os aprovou mediante votação. Sendo assim faz-se necessário o conhecimento do sistema legal, juntamente com a contabilidade para que se possa adequar os investimentos à menor incidência de impostos. E nesse aspecto a sociedade anônima constitui uma excelente ferramenta. Pois além de proteger os ativos sob um manto de artifícios legais, faz com que os impostos incidam sobre o saldo do faturamento menos todos os gastos, enquanto que para uma pessoa física o desconto do imposto dá-se na fonte de sua renda. Todos os indivíduos possuem uma gama de atributos para que possam tornar-se empreendedores bem sucedidos. E, por que isso não ocorre? A principal causa á a falta de autoconfiança, pois no mundo fora dos centros de informação (escolas) são exigidas habilidades que lá não foram desenvolvidas, tais como garra, ousadia, coragem, audácia, esperteza e tenacidade, entre outras. Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de avaliar e assumir riscos administrando-os em cada oportunidade que nos aparece, pois a tendência natural é a busca da segurança que geralmente não é a melhor escolha para sermos bem sucedidos em nossos empreendimentos. Os empreendedores encontram oportunidades onde a grande maioria não as vê, assumem riscos baseando-se em conhecimentos financeiros contábeis e jurídicos capazes de tornarem estes riscos calculáveis e então entrar no "jogo" do mercado para sonhar, e se fracassarem sabem que isso faz parte da busca do sucesso e usam isso para tornarem-se mais atentos na próxima oportunidade e assim vão cumulando ativos ao longo da vida ao passo que as pessoas que não desenvolveram esta inteligência financeira passaram o tempo inteiro fazendo contas de como saldar suas dívidas, reclamando do patrão e do governo, quando na verdade o que poderia mudar sua situação financeira seria uma mudança de atitude frente às oportunidades, passando da acomodação à ação. Robert diz que um profissional deve se preocupar em apreender, em ampliar seus conhecimentos, independente do ramo de negócios que venha escolher. Não devemos trabalhar pensando exclusivamente em um salário melhor ou em um emprego mais estável, mais duradouro, porque se nos especializarmos em uma única área ficaremos dependente deste mercado, e por tanto, vulnerável profissionalmente. Devemos desenvolver habilidades e conhecimento gerais que nos servirão para administrar o nosso negócio. Algumas habilidades como vendas e entendimento de organização são básicas para que qualquer atividade possa ter sucesso. Se você aprender a vender bem a sua idéia, independente de qual seja, terá sucesso. Se você aprender a administrar bem o seu negócio, na área financeira, pessoal, independente de qual seja, terá sucesso. Quanto melhor você se comunicar, negociar a administrar mais sucesso terá. Devemos aprender que também devemos ser eternos alunos e eternos professores, que devemos dar para poder receber. Mesmo as pessoas alfabetizadas financeiramente, podem ter problemas para sua independência financeira. Algumas razões são: Medo - Não existe nada de errado em perder dinheiro, o importante é ter a coragem de encarar o medo e o risco. "Se você odeia risco e preocupação .... comece cedo" Nunca encontraremos um vencedor que nunca passou por perdas e fracassos. Para os vencedores o fracasso é uma inspiração, para os perdedores uma derrota. Se você for do tipo que não aceita perder, fique com a segurança. Se quiser enfrentar o fracasso, vá a luta, ache seu foco e encare as perdas como fonte de inspiração. Superar o Ceticismo - Existem aquelas pessoas pessimistas que procuram a todo o momento razões para achar que algo não vai dar certo, influenciando negativamente a si e aos que o rodeiam. Idéia com esta fazem pessimistas andarem para traz, pois escolhem ficar com a segurança, enquanto que os ricos que não dão ouvidos ao medo, encaram os desafios. Preguiça - Preguiça não é o nome que se da para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar. Muitos profissionais ocupados demais, muitas vezes com a desculpa de excesso de trabalho estão é fugindo de algo mais, de encarar algo novo, do desafio. Isto também chamamos de preguiça. Podemos lutar contra essa forma de preguiça, desenvolvendo dentro de nós uma ambição, positiva é claro, que nos faz parar de dizer frases como "Isso eu não posso comprar" e nos faz com que digamos "O que tenho que fazer para comprar isto?" Maus Hábitos - Nossa vida é um reflexo de nossos hábitos de nossa educação. O empresário dito como correto sempre paga primeiro suas obrigações e depois se sobrar paga a si próprio. Se pagarmos a nós em primeiro lugar, teremos que trabalhar mais, pois nossas obrigações somos obrigados a pagar, com isso, teremos criado uma nova fonte de motivação. Arrogância é ego mais ignorância - O que sei, me faz ganhar dinheiro, o que não sei me faz perder. Muitas pessoas usam a arrogância para disfarçar sua ignorância sobre determinado assunto. Quando você for ignorante sobre determinado assunto não se acomode, não se envergonhe, busque algo ou alguém que lhe de este conhecimento. Em cada um de nós reside um gênio financeiro, para algumas pessoas este gênio está adormecido, pois nossa cultura nos ensina que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nossa cultura nos ensina a trabalhar pelo dinheiro e não o dinheiro a trabalhar para nós, nos ensina a não nos preocupar com o futuro financeiro. Devemos definir os "não quero" e os "quero" na vida, ou seja, não quero perder dinheiro, não quero trabalhar a vida inteira, não quero ser empregado, os "não quero", eles criam os "quero", exemplo, quero ser livre para viajar por todo o mundo e viver o estilo de vida que gosto, quero controlar meu tempo e minha vida. Acredite que você é capaz, vá atrás de seus sonhos, realize-os. Para tanto, segundo o autor existem 10 passos importantíssimos para se seguir: 1° Encontrar razão maior que a realidade, tenha um objetivo, algo motivador, escolha o que você quer! Pessoas arrogantes e críticas são muitas vezes, pessoas com baixa auto-estima, que têm medo de assumir riscos. 2° O poder da escolha, você escolhe as opções que colocam você mais próximo de seus objetivos. 3° Escolha seus amigos, não somente por sua situação financeira, mas sim, pelo que essa pessoa possa lhe transmitir de ensinamentos e conhecimentos, bons ou ruins, bons para que você possa fazer o mesmo e ruins para que você nunca faça. 4° Domine uma fórmula de fazer algo cada vez melhor e mais rápido, isto serve também para ganhar dinheiro. 5° Autodisciplina, ou seja, pague primeiro a si mesmo, mesmo sem dinheiro, pague a si mesmo primeiro, porque a partir daí você usará a cobrança de seus credores como motivação e determinação para conseguir o quer. 6° Pague bem as pessoas que trabalham para você, principalmente aquelas que lhe ajudam a ganhar dinheiro. 7° Sempre que emprestar, solicite de volta, sempre observe o retorno sobre o investimento: são os ativos que você obtém de graça depois que você recebe seu dinheiro de volta. Isso é inteligência financeira. 8° Ativos compram supérfluos, ou seja, concentre-se em como ganhar dinheiro fazendo o dinheiro trabalhar por você, coloque seu desejo de consumir para motivar seu gênio financeiro a investir. 9° A necessidade de heróis, temos a necessidade de nos espelhar em alguém positivo, pessoas bem sucedidas como exemplo, porque se eles conseguiram nós também conseguiremos. 10° Doe antes de receber, sempre que puder doe algo a alguém principalmente conhecimento. Isto é uma ação, e toda a ação tem uma reação. Há muita gente que quer fazer, em lugar de pensar, e há gente que pensa mas não faz. As duas formas juntas são ótimas, devemos adorar idéias e adorar agir. Pare de fazer o que não funciona e procure algo novo para fazer. Não desista de uma idéia antes de tentar, compre livros, faça cursos, busque novas idéias, converse com alguém que já tenha feito o que você quer fazer, peça dicas. Quando estiver comprando faça ofertas mínimas, sem a vergonha e o medo, e quando estiver vendendo sempre peça o máximo possível. Quando algo envolve dinheiro seja profissional, esperto, queira só ganhar. Pessoas que pensam pequeno não conseguem grandes oportunidades, comece pensando grande e termine pensando maior ainda. Você precisa agir antes de poder receber recompensas financeiras. Aja agora! Pai Rico Pai Pobre Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de "Pai Rico". Foi dele que Robert recebeu as primeiras noções sobre o valor do dinheiro. Conselhos bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de "Pai Pobre". O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais. Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará. No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fortes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados. Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido.